Início / Análise estrutural

Onde essa peça vai quebrar? 🔬

Envie o seu STL, diga onde ela fica presa e por onde a força entra, e veja em mapa de cores onde ela está no limite — com elementos finitos de verdade, rodando dentro do seu navegador.

A diferença pro que se acha por aí: aqui a peça é tratada como o que ela é, uma peça impressa. O material tem resistência diferente ao longo das camadas e atravessando elas, e o resultado diz não só quanto ela aguenta, mas de que jeito ela falha — rompendo o plástico ou descolando camada. São dois problemas diferentes, com soluções diferentes: um custa filamento, o outro custa só girar a peça na mesa.

No fim, se quiser, a ferramenta redesenha a peça: tira o material que não está trabalhando e deixa só os caminhos de força — mais leve, mais rápida de imprimir, e com o preço dessa economia medido e mostrado.

O que essa análise é — e o que ela não é

Isso é FEA de verdade ou é chute?

É FEA de verdade: elasticidade linear com elementos hexaédricos de 8 nós, material ortotrópico e solver de gradientes conjugados. E dá pra conferir: o verificador do projeto compara o solver com as soluções analíticas clássicas — barra tracionada (δ = F·L/A·E), viga em balanço (Timoshenko) e teste do retalho de deformação constante. Ele bate com 1% na barra, 4% na viga (hexaedro é levemente mais rígido, e isso é conhecido) e exato no retalho.

Por que preciso dizer onde ela fica presa e onde a força entra?

Porque um STL não sabe nada disso. Um arquivo é só uma casca de triângulos: não tem material, nem unidade, nem direção de impressão, nem onde alguém vai apertar. Análise estrutural calcula tensão como CONSEQUÊNCIA de carga e fixação — mudar onde a peça está presa muda o resultado inteiro. Ferramenta que promete achar o ponto de ruptura só olhando a geometria está inventando.

O que é esse negócio de camada?

Peça impressa não tem uma resistência só. Ao longo das camadas ela vale quase o que o material vale; ATRAVESSANDO as camadas, ela vale o que a colagem entre elas vale — tipicamente 45% a 65% disso. Por isso a análise pergunta qual eixo do arquivo aponta pra cima na impressora, e por isso ela avisa quando o modo de falha é 'descolar camada': nesse caso, GIRAR a peça na mesa costuma resolver de graça o que engrossar parede resolveria caro.

O que é a otimização generativa?

É tirar o material que não está trabalhando. O método é o SIMP (otimização topológica por densidade), o mesmo que roda por trás do 'design generativo' dos CADs grandes: cada pedacinho da peça ganha uma densidade, o sistema mede quanta energia de deformação passa por ele, e o material vai migrando pros caminhos de força até sobrar só o necessário. O resultado sai em STL, com o antes e depois medido — inclusive o preço: peça mais leve entorta mais, e a ferramenta mostra quanto.

Posso usar isso pra aprovar uma peça que segura gente?

Não. Isto é uma análise indicativa, feita com propriedades aproximadas de material, num modelo linear que não conhece o defeito da sua impressão, a umidade do seu filamento nem a temperatura de uso. Serve pra comparar versões, achar o ponto fraco e decidir onde reforçar. Peça crítica — que segura pessoa, que se romper causa acidente — exige análise profissional e ensaio físico. Sem exceção.

Meu arquivo sobe pra algum servidor?

Não. Tudo roda dentro do seu navegador: a leitura do STL, a voxelização, o solver e a otimização. O arquivo não sai do seu computador e não fica guardado em lugar nenhum.

⚠️ Resultado preliminar e indicativo. Não use esta análise isoladamente para aprovar peça crítica. As propriedades dos materiais são faixas típicas de literatura e de fichas de fabricante — variam com marca, lote, umidade, máquina e perfil de impressão. Formas otimizadas devem ser conferidas depois do fatiamento.

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