Início / Regenerar peça
A mesma peça, reconstruída por dentro 🧬
Envie o seu STL e receba a peça como se ela tivesse sido projetada em modelagem regenerativa — o caminho que se usa para aliviar peça de aeronáutica e aeroespacial.
A regra que manda aqui é simples e não se quebra: a forma de fora é sagrada. A superfície que você desenhou continua exatamente onde estava — ela vira uma casca — e quem é reconstruído é o miolo, que passa a ser uma treliça giroide com parede mais grossa junto da pele e mais fina no centro, porque é longe da linha neutra que o material trabalha.
Saem três versões — leve, equilibrada e reforçada. Clique em cada uma para ver no 3D, com a massa e a rigidez medidas (não estimadas), o que foi aplicado, como imprimir e por onde ela pode romper. Tudo roda no seu navegador, com barra de progresso, e o arquivo não sai do seu computador.
Como isso funciona por baixo
O que exatamente essa página faz com o meu arquivo?
Ela reconstrói a peça por dentro sem mexer na forma de fora. A superfície original vira uma CASCA de espessura definida, e o volume interno é substituído por uma treliça giroide cuja parede é mais grossa perto da casca e afina para o centro. É o mesmo caminho que os softwares de projeto para aeroespacial usam para aliviar peça: preservar a superfície funcional (a que encaixa, veda, corta o ar) e trocar o miolo, que é onde o material rende menos.
E se a minha peça já for oca, tipo uma carcaça de drone?
Aí não há miolo para tirar, e a ferramenta percebe isso sozinha: ela detecta a cavidade fechada e inverte o serviço — em vez de aliviar, ela REFORÇA, preenchendo o vazio com uma treliça leve que trava a casca contra amassar e vibrar. É o que se faz numa casca aeronáutica. A peça original não é tocada em nenhum ponto; a treliça só entra no espaço que já estava vazio.
Por que giroide, e não uma treliça de barras?
Por três motivos, nessa ordem. Primeiro, imprimibilidade: o giroide não tem nenhum balanço maior que 45° em direção nenhuma, então sai em FDM sem uma grama de suporte — e suporte dentro de peça fechada seria impossível de remover. Segundo, ele é isotrópico: rende parecido nos três eixos, que é o que se quer quando não se sabe de onde vem a carga. Terceiro, é uma superfície contínua, sem nó e sem ponta solta, então não tem canto vivo para a trinca começar.
Esses números de massa e rigidez são chute?
Não. A massa sai da amostragem do volume que de fato virou material, não do que se pretendia. A rigidez sai de um ensaio de flexão em elementos finitos rodado duas vezes — na sua peça original e na versão regenerada — no mesmo solver que este site valida contra solução analítica (barra tracionada com 1% de erro, viga de Timoshenko com 4%). A treliça entra no ensaio por homogeneização: cada elemento recebe a densidade relativa local e um módulo efetivo E·ρ^1,7, que é como a indústria calcula treliça sem malhar filete por filete. O resultado é uma COMPARAÇÃO com a sua peça (original = 100%), não um laudo de carga.
Como eu imprimo o arquivo que sai daqui?
Com preenchimento ZERO e 2 perímetros. Isso é o mais importante desta página inteira: a treliça JÁ É o preenchimento, e deixar o fatiador preencher de novo joga fora tudo que foi ganho. Não precisa de suporte, e a orientação é livre. A camada recomendada aparece em cada versão, calculada a partir da parede mais fina da treliça daquele nível.
Meu arquivo sobe pra algum servidor?
Não. A leitura do STL, o campo de distância, o ensaio e a extração da malha rodam todos dentro do seu navegador. O arquivo não sai do seu computador, e nada fica guardado. Por isso a barra de progresso existe: o processamento é seu, e você vê em que passo ele está.
⚠️ A comparação de rigidez é relativa à sua própria peça, num ensaio de flexão, com propriedades de material aproximadas. Serve para escolher entre as três versões e entender o que se ganha e o que se paga — não substitui análise profissional nem ensaio físico em peça crítica. Confira o resultado no fatiador antes de imprimir.